
29 de dezembro de 2005
Lançamento...

12 de novembro de 2005
Dicas #1


8 de novembro de 2005
Curso Livre de Pintura Mural na FLUP
Mais informações em: http://sigarra.up.pt/flup/noticias_geral.ver_noticia?P_NR=629
6 de novembro de 2005
Império #1

Conservação preventiva no Caco
1 de novembro de 2005
26 de outubro de 2005
GPS e a Arqueologia III
Quanto ao GPS, primeiramente devemos ter em conta que o sistema de posicionamento global normalmente utilizado é o GPS SPS (Standard Positioning System), estando este sempre sujeito à degradação do DoD nos valores apontados nos “post’s” anteriores e que, em condições ideais e devidamente estimados pelo aparelho, sendo o erro sempre menor que 15 metros. Só no caso de se utilizar o GPS PPS (Precise Positioning Service) é que conseguimos obter valores de precisão mais fiáveis.
Em seguida, e no seguimento do anterior, temos que ter em conta o tipo de aparelho que utilizamos. É um aparelho para uso topográfico ou cartográfico, que com recurso a software próprio aproxima as margens de erro ao PPS? Ou é um aparelho, normalmente denominado por “básico” de uso recreativo? Os valores de precisão, naturalmente, irão variar consoante os casos, sendo essa precisão menor (logo maior margem de erro) no último caso.
Por fim, os problemas de precisão das coordenadas dos GPS’s, são os mesmo que os das obtidas através da cartografia impressa. Assim, em condições normais, a precisão das coordenadas será maior que aquela feita “a olho” no terreno e através da cartografia impressa. No entanto, e era esse o objectivo desta série de “post’s”, devemos ter em conta os erros a que os aparelhos de GPS estão sujeitos e procurar métodos de controlo desses erros.
Por exemplo, podemos escolher um ponto, exemplo um marco geodésico, na cartografia impressa e retirar-lhe as coordenadas. Em seguida deslocarmo-nos ao terreno e com o GPS obter as respectivas coordenadas. Por comparação dos valores podemos estimar quantos minutos, segundos ou metros (consoante o tipo de coordenadas) existem de diferença. Em ambos os casos é fundamental que se utilize o mesmo sistema de coordenadas, assim como o mesmo Datum, pois caso contrário, mesmo que as leituras fosse precisas, nunca corresponderiam uma à outra.
Esta pode não ser a melhor forma de controlar os erros, no entanto talvez seja aquela mais prática e menos dispendiosa. O ideal seria mesmo termos ao nosso dispor GPS’s Topográficos ou Cartográficos, pois assim poderíamos confiar mais descontraidamente nos valores das coordenadas. No entanto e na impossibilidade de os ter, no campo temos como melhores aliados os pontos notórios fixos da paisagem, como por exemplo o marco geodésico, torres de igreja, casas isoladas, entre outros, que desde que marcados na cartografia impressa nos podem servir de referência para os controlos de erro tantos dos GPS como na determinação de localizações “a olho”, através da medição das suas distâncias reais à verificadas na cartografia.
Em suma, julgo que não se poderá obter uma boa coordenada com recurso a um aparelho GPS sem a ajuda da cartografia impressa, assim como da cartografia impressa sem a ajuda do GPS. No entanto, folhas a 1:25.000 quase todos as teremos, agora GPS é que não… hehehe.
Relativamente ao GPS deixo aqui algumas ligações úteis para a questão dos erros induzidos:
18 de outubro de 2005
GALILEO - European Satellite Navigation System
Para os interessados aqui fica a ligação para mais informações: http://europa.eu.int/comm/dgs/energy_transport/galileo/index_en.htm
Agradecimento ao Bota por nos informar da existência do European Satellite Navigation System
10 de outubro de 2005
PhD. Colin Richards na FLUP
- 20 de Outubro, quinta-feira, 18 horas Anfiteatro Nobre Fazer monumentos: a construção dos grandes círculos líticos.
- 21 de Outubro, sexta-feira, 18 horas Anfiteatro 1 Mudança de identidades no neolítico das órcades.
GPS e a Arqueologia II
Existem três tipos de “indutores” do erro e que podem surgir isolados ou combinados, sendo eles:
- Erros provocados por ruído (noise): São erros combinados pelo efeito do código Pseudo Random Noise (cerca de 1 metro), que modela o sinal da frequência L1, e pelo ruído do receptor (cerca de 1 metro).
- Erros induzidos (bias): Relativos ao acesso selectivo do Departamento de Defesa dos E.U.A. (DoD) que degrada o sinal do SPS, alterando a sua precisão potencial do código de aquisição (Coarse Acquisition) de 30 metros para cerca de 100 metros. Além deste existe o erro do relógio dos satélites (veículos espaciais ou “SV”), não corrigido pelo Segmento de Controlo e que é de cerca de 1 metro. O atraso troposférico também influência as leituras em cerca de 1 metro, assim como o atraso ionosférico não modelado e que provoca erros de 10 metros. Por fim, nesta categoria, os erros provocados pela reflexão do sinal por superfícies perto do receptor e que podem atingir cerce de 0,5 metro.
- Erros grosseiros (blunders): Resultantes de enganos do Segmento de Controlo originados pelo computador ou por falha humana, erro esse que varia de 1 metro a centenas de quilómetros. Enganos do utilizador, por exemplo na escolha incorrecta do datum e cujo erro pode variar entre o metro a centenas de metros. Erros de receptor motivados pelo hardware ou software cuja variabilidade é de qualquer dimensão.
Por fim existe aquele que, talvez, afecte as leituras com mais frequência. Trata-se da Degradação Geométrica da Precisão e Visibilidade (GDOP). Este erro relaciona-se com o ângulo do receptor relativamente aos satélites (SV). Por exemplo se no momento da leitura os satélites estiverem com ângulos muito fechados relativamente ao receptor temos um mau GDOP. Por outro lado, se os ângulos forem razoavelmente diferentes temos um bom GDOP. Por outro lado, mesmo com ângulos diferentes e um bom GDOP, temos que ter em conta a visibilidade, ou seja, se existem obstáculos que degradem ou interrompam o sinal, como por exemplo montanhas e edifícios altos.
Assim, num dia mau podemos colocar um sítio no concelho vizinho ou mesmo no meio do oceano.
Finalmente o silêncio...
- Deveria passar a haver um limitador de decibéis nos carros que andam com aquelas grafonolas no tejadilho. Digo isto porque na sexta-feira ia dando em maluco pois tive que fazer uns 10 Km a passo de caracol atrás de uma dessas máquinas infernais. Ainda me martela no cérebro aquela voz e música de cana rachada, fazendo-me pensar que a situação ideal era que em vez de megafones, esses carros deviam estar equipados com som de alta-fidelidade… ao menos apreciava-se a qualidade do som e a poluição sonora diminuiria drasticamente.
- Deviam ser banidos cartazes de mau gosto, sem sentido estético e com slogans no mínimo surrealistas… para perceberem do que falo podem visitar um excelente “blogue” criado pela equipa do Sapo (veja a ligação no fim, porque senão não acaba de ler o meu “peixe”).
- Esta é completamente inconstitucional e antidemocrática, mas no entanto poderá servir como reflexão. Alguns candidatos deviam ter que prestar provas, tipo exame psicotécnico, para demonstrarem se sabem ao que se estão a candidatar e se sabem quais são as competências dos órgãos a que se candidatam. Assim, só no caso de terem uma classificação superior a 10 valores, em 20, é que podiam ser admitidos como candidatos.
- Os candidatos deviam estar proibidos de expressar dotes artísticos, habilidades de ilusionista ou capacidades esotéricas. Acima de tudo deviam estar proibidos de cantar “A Portuguesa”… se a querem cantar e não sabem, contratem uma cantor(a) profissional ou amador, mas que tenha boa voz. Cantar mal “A Portuguesa”, goste-se do hino ou não, por mais bem intencionado que se seja, é um sacrilégio…
- Os candidatos, pelo menos alguns, além dos exames psicotécnicos, deviam ter aulas, não digo de etiqueta, mas ao menos de boa educação, factor elementar dos Estados desenvolvidos e dos bons democratas. Boa educação tanto na vitória como na derrota só os honra.
- Deviam ser estimuladas as “arruadas”, em especial aquelas onde figuram cabeçudos e artistas de circo, em detrimento das caravanas automóveis que apenas contribuem para a poluição atmosférica e sonora, e parecem ser um modo dos candidatos fugirem ao contacto com as populações. A “arruada” é a campanha genuinamente portuguesa e, como foi demonstrado pelas televisões poderá tornar-se numa grande atracção turística. Já estou a imaginar de quatro em quatro anos promoções turísticas na Alemanha, Dinamarca, Suécia, entre outros, para assistirem às campanhas eleitorais em Portugal. A ideia é idiota, mas era capaz de vingar…
- Em caso investigação judicial, o cidadão perderia o direito de se poder candidatar, podendo fazê-lo imediatamente após o tribunal determinar a sua inocência. Sei que a justiça, e bem, presume a inocência de qualquer pessoa até a culpa ou não “transitar em julgado” (adoro esta expressão, sublime) e poderá chocar com os direitos constitucionais. Digo isto apenas para bem dos políticos, pois por vezes necessitamos de abdicar de direitos e fazer sacrifícios para sermos respeitados e contribuirmos para o desenvolvimento do país.
- Os cidadãos deveriam ser “obrigados” a votar. Caso o não fizessem perderiam o direito à greve e acesso aos serviços não fundamentais do Estado. No primeiro caso porque se não votaram em ninguém excluem-se da sociedade democrática e como não participaram no acto eleitoral e nem sequer elegeram ninguém perderam o direito de reivindicar o quer que seja. No segundo, novamente porque se colocaram à margem do processo democrático, característica fundamental da nossa sociedade, apesar de não perderem os direitos sociais, não poderiam pedir passaportes, certidões várias e que lhes complicariam a vida profissional ou o seu lazer no exterior, por exemplo (uma coisa boa que o Brasil tem, esta).
- A cada eleição, e fora delas, fica provado que um "canudo" ou erudição de alta cultura não trazem boa educação, inteligência e saber estar em democracia.
20 de setembro de 2005
Ainda acerca dos problemas da arqueologia...
“O que existe são duzentas ou trezentas pessoas que se reclamam dessa designação (de arqueólogo), mas que não estão profissionalmente bem organizadas. Encontram-se muito divididas, e, como se sabe são ainda muito frágeis em termos deontológicos e de resistência às «seduções» do poder. Não há uma consciência de «classe», uma consciência de unidade, que volte para o exterior uma face sem fracturas, atitude essencial para que a arqueologia se possa afirmar no seio da sociedade como uma profissão. Isso não significa unanimismo, ou consenso forçado, mas o seu contrário: maturidade para assimilar as diferenças, e jogar com elas a nosso favor, assentando num denominador comum mínimo, como plataforma para reivindicarmos uma acção mais eficaz no seio da sociedade. Pluralismo, e capacidade para se concertar uma estratégia, são duas realidades que se não contradizem, antes mutuamente se reforçam; porém, exigem que ultrapassemos um certo limiar de amadurecimento colectivo.”
in: Jorge, Vítor Oliveira (2000). Arqueologia, Patrimonio e Cultura. Lisboa: Instituto Piaget, p. 61.
19 de setembro de 2005
No correio archportiano...
“1 - Realização de um Congresso para discutir a situação actual e as perspectivas futuras da Arqueologia Portuguesa, uma vez que se esfumou definitivamente o mito do "poder da arqueologia". Mas um Congresso com efeitos práticos. Basta ler as conclusões dos diversos congressos, desde há 30 anos, para ver o que valem.
2 - Como já defendi frequentemente, advogo a mudança da tutela da Arqueologia do Ministério da Cultura para o Ministério da Ciência e do Ensino Superior. A Arqueologia é uma actividade científica. Não tem nada que ver com Indiana Jones ou com literatura tipo "Quo Vadis?". Será que os arqueólogos têm medo da mudança?”
Quanto à primeira questão, julgo que as reuniões para discussão não de temas arqueológicos, mas sim de questões deontológicas, técnicas e de filosofia, inerentes à ciência arqueológica, deveriam decorrer anualmente, através da constituição de verdadeiros grupos de trabalho regionais, temáticos, ou de qualquer outro cariz, que apresentariam as suas conclusões e opiniões nessa reunião anual. Assim levantavam problemas relativos à investigação e se lançavam novos desafios.
Quanto à segunda proposta apresentada, considero ser mais que evidente a passagem da arqueologia para a tutela do Ministério da Ciência e do Ensino Superior, exactamente pelos motivos apontados… trata-se de uma ciência, pelo menos no resto do mundo, onde já não existe lugar para amadorismos ou forma de “entreter o tempo”. Relativamente ao medo da mudança… sim, os arqueólogos têm medo da mudança, pois nem sequer estando reunidos numa ordem profissional querem ser mais papistas que o Papa.
10 de setembro de 2005
Foi localizado....

6 de setembro de 2005
O Dicionário DEISS
Insere-se na classe dos blog’s de comunidade, visto que permite a participação de quem quer que seja.
Fica aqui o apela para participarem e o link, pois o que interessa saber já lá está, na nota de abertura.
http://dicionariodeiss.blogspot.com/
Participem!!!
30 de agosto de 2005
GPS e a Arqueologia I
No entanto existem algumas considerações que devem ser levadas em conta, inicialmente no que diz respeito às características operativas do aparelho e, secundariamente, no que diz respeito à sua utilização no terreno.
Os serviços de posicionamento GPS estão divididos em dois tipos: o Precise Positioning Service (PPS), utilizado para fins militares e que oferece grandes níveis de fiabilidade; e o Standard Positioning Service (SPS) destinado aos utilizadores civis.
Sendo o SPS aquele que nos interessa, temos que ter em conta que a sua precisão é intencionalmente degradada pelo Departamento de Defesa dos E.U.A. (DoD), oferecendo-nos valores de 100 metros na precisão horizontal, 156 metros na precisão vertical e 340 nanossegundos na precisão temporal, assegurando-se desse modo um grau de confiança na ordem dos 95%.
Para contrariar estas margens de erro, alguns fabricantes utilizam valores de precisão mais favoráveis através do cálculo de desvio padrão como o erro métrico quadrático (e.m.q.), que confere uma confiança de 68%; o erro provável circular (EPC) com uma confiança de 50%; e o erro provável circular (EPE) que também oferece uma confiança de 50%.
Os receptores mais precisos são aqueles que utilizam frequências L1 e L2, que possibilitam uma maior correcção de dados através de software adequado. Neste caso, os receptores L1 oferecem margens de erro de 1 cm na precisão horizontal, 2 cm na vertical e 0,005 milissegundos na precisão de azimute. Os receptores L2, que utilizam também a frequência L1, têm uma precisão horizontal de 5mm, vertical de 1 cm e de azimute 0,005 milissegundos.
Posto isto devemos sempre ter em conta a qualidade e fiabilidade do aparelho receptor que se pretende comprar/utilizar, visto que da soma destes factores atrás descritos, vai resultar uma maior ou menor precisão de leitura. Assim o arqueólogo, no campo, deve ter sempre presente que a leitura que está a obter não é real, mas fruto de um conjunto de estimativas calculadas a partir do acesso selectivo do DoD e que degrada intencionalmente o sinal SPS.
Apesar desta degradação, existem outros factores que contribuem para o aumento das margens de erro nas leituras, mas isso fica para o próximo post.
Devo ressalvar que não sou nenhum especialista na matéria, e toda a informação aqui descrita tem como fonte o livro “Noções Gerais de Geodesia”, publicado pelo Instituto Geográfico do Exército (www.igeoe.pt).
24 de agosto de 2005
Material para prospecção de campo
- Máquina fotográfica digital.
- Cartões de memória suficientes para qualquer eventualidade.
- Pelo menos 4 kits de pilhas (carregadas e não incluíndo as que estão na máquina) para a máquina fotográfica.
- Carregador de pilhas com adaptador para o isqueiro do automóvel.
- Cartografia militar M888, à escala 1:25.000 e M782 à escala 1:50.000.
- Cartografia geológica à escala 1:50.000
- Cartografia cadastral à escala 1:5.000 ou 1:10.000 das áreas que se vai prospectar.
- Escala de coordenadas em plástico transparente.
- Canetas de acetado de diversas cores e bicos de diferentes tamanhos.
- Caneta de filtro à prova de água.
- Lapiseira 0,5mm ou 0,7 mm.
- Borrachas.
- Caderno de campo (a gosto, pois existem vários modelos possíveis).
- Papel milimétrico (A4 e/ou A3).
- Rolo de papel de poliéster.
- Duas escalas em madeira ou outro qualquer material. Uma com, por exemplo, 10 cm e outro com 40 ou 50 cm. Em alternativa, bandeirólas.
- Bússola para orientação, de fundo em acrílico transparente, com escalas e mira de azimutes.
- Fitas métricas de 8 metros (metálica) e de 50 metros (em pano ou plástico).
- Novelo de fio de nylon fino, de cor branca ou amarela.
- Cavilhas de metal
- Sacos de plástico de diversas dimensões e com fecho hermético na boca (ter alguns previamente prefurados para evitar a condensação interior quando fechados).
- Nivel de bolha de tamanho médio.
- Colherim, enxó de cabo extensível, pequeno machado (há quem prefira catana), pinceis de diversos tamanhos e tesoura de podar pequena ou média.
- Lanterna.
- Mochila, no mínimo de 40 litros, de tecido resistente e impermeável... para levar esta tralha toda...
23 de agosto de 2005
Actualizar o blog com o Word...
O Mês do fogo...

12 de agosto de 2005
Os ricos e os pobres de David Landes
- A Riqueza e a Pobreza das Nações, editora Gradiva, colecção Trajectos.
- Entrevista com Carlos Vaz Marques, no programa "Pessoal e Transmissível", da TSF... 1.a Parte; 2.a Parte; 3.a Parte.
11 de agosto de 2005
Leituras...
Harry Potter again...


4 de agosto de 2005
Astérix
O regresso... triste regresso...





20 de julho de 2005
Férias...
19 de julho de 2005
Harry Potter... O Príncipe do Mal???
8 de julho de 2005
O MapAdventure

O preço de lançamento, indicado na mailling list do IGEOE que recebi, é de 350 euros (IVA incluído) pela aplicação e o GPS bluetooth. Caso se deseje só a aplicação, esta custa somente 199 euros (IVA incluídos) além de, em ambos os casos, o cliente ter direito a 12 cartas militares à sua escolha, para utilizar no sistema, completamente grátis.
Este produto encontra-se à venda nos seguintes locais:
-Instituto Geográfico do Exército (IGeoE) - Lisboa Loja da Cartografia por e-mail(*) para: igeoe@igeoe.pt por Fax para: 218 532 119 - InfoPortugal S.A - Porto por e-mail(*) para: fernandapires@infoportugal.pt (22 600 16 66 - Fernanda Pires) por Fax para: 226 001 663 - Lojas FNAC
Boas notícias estas, para quem vê nestas tecnologias uma forma de aperfeiçoar o seu trabalho. Mais informações no site MapAdventure.
2 de julho de 2005
O Anti Mosquito: verdade ou mentira?
23 de junho de 2005
Niquices Informáticas e outras coisas...
26 de maio de 2005
O Sítio do Prospector
25 de maio de 2005
Momento Zen
23 de maio de 2005
Naftalina
18 de maio de 2005
Informação Arqueológica Antiga
- Deslocação do topónimo, sendo esta uma situação recorrente na cartografia actual e mesmo junto das comunidades locais.
- Haver mais que um sítio na zona prospectada e a referência antiga reportar um, enquanto que as evidências no local podem ser de outro semelhante ou de uma sucessão de ocupações do mesmo espaço territorial.
- Não haver sítio algum, pelo menos identificável sem a realização de sondagens ou de trabalho de escavação.
- Erro na localização antiga ou actual, por má interpretação do informador local ou por erro na informação prestada ao prospector antigo e actual.
- Má avaliação, involuntária, na valorização ou desvalorização da informação antiga, porque, como humanos, estamos sujeitos a essa variável.
- De momento não me lembro de mais nenhuma, mas seria interessante que se acres-centassem mais algumas, caso existam…
13 de maio de 2005
O ArchNet
5 de maio de 2005
A hipertricose dos Gonzáles


Corn Snakes

4 de maio de 2005
A Múmia mais "bonita do Egipto"
- Morte no Nilo (NGM - Portugal)
- Egypt: Sakkara (Saqqara)
- The Great Pyramid of Giza (esta vale pela música... eheheheh)
27 de abril de 2005
Bases de Dados VI
Bases de Dados V... Endovélico
19 de abril de 2005
Teses on-line
15 de abril de 2005
El Rincón del Vago
12 de abril de 2005
Bases de Dados IV
8 de abril de 2005
Bases de Dados III
6 de abril de 2005
Bases de Dados II
Hoje em Roma...
5 de abril de 2005
Solar das Arcas
Centralização
31 de março de 2005
Bases de Dados I
O que ando a reflectir...
29 de março de 2005
1º Encontro de Arqueologia Transmontana
28 de março de 2005
Fedor M. Dostoïevski
24 de março de 2005
O w.bloggar e os "post's" sem recurso ao interface do Blogger
Quem é vivo! Sempre chega a escrever!
22 de março de 2005
O Novo Caco
20 de março de 2005
Revista Portuguesa de Arqueologia
12 de março de 2005
Sugestão para o fim-de-semana

10 de março de 2005
"High-Tech" e "Low-Tech"
5 de março de 2005
O Henrique
Agradecimento
3 de março de 2005
Já agora...
!!??Gabinete de Apoio aos Gabinetes!!??

2 de março de 2005
Historia (as) e a Perspectiva Eurocêntrica
21 de fevereiro de 2005
Fantasporto
Descodificar Edzná
Ao ler Carlos A. Ferreira de Almeida...
19 de fevereiro de 2005
Acerca de Livros
12 de fevereiro de 2005
Edzná
Fotografia
Uffa
4 de fevereiro de 2005
Prospector
- Envio dos campos, considerados indispensáveis para o inventário de estações arqueológicas e do espólio delas resultantes, para o email: morganzine@hotmail.com
- Testar a versão disponível em http://prospector.no.sapo.pt/ e enviar, para o mesmo email, sugestões que julguem pertinentes. Para poder testar o Prospector necessitar ter o Ms Access XP instalado.
Se fosse conseguida a consolidação destas duas categorias (Estação Arqueológica e Espólio) estaríamos em condições de afirmar que o mais difícil estava feito.
3 de fevereiro de 2005
Informatiquices
1 de fevereiro de 2005
Sinais
31 de janeiro de 2005
O Choque Arqueológico
- É certo que os governos de António Guterres corresponderam aos “anos de ouro” da arqueologia em Portugal. No entanto, o actual P.S. não parece nada para aí virado pois, lido o seu programa de governo, afigura-se-me que as menções à museologia e ao património não passam disso. Restará o investimento no cinema e teatro.
- Os governos do P.S.D., pós Guterres, simplesmente erradicariam as palavras Arqueologia e Património, principalmente a primeira, mantendo a muito custo os projectos que já decorriam, assim como o Instituto que tutela a actividade. Cultura para eles resume-se ao cinema e teatro.
- Seja qual for o governo eleito, a arqueologia continuará a ser o parente pobre da comunidade científica, pois apenas são contempladas, nos programas de investimento em bolsas de investigação, as ciências “nobres”?!?!?!. Nem o lobbie (palavra feia) do turismo nos vale, pois, ao que parece, a oferta turística resume-se às actividades balneares e a uma área específica do território, cavando cada vez mais o fosso entre o litoral e o interior, não fosse o ministério instalado no Algarve… porque não na Guarda? Castelo Branco? Viseu? Bragança?, já que se trata teoricamente do antípoda. Porque o interior tem, maioritariamente, para oferecer o turismo cultural e não o de recreio. Este é um dos rostos da nossa mentalidade colectiva, que prefere uma boa tosta no areal de uma praia, e é verdade sabe sempre muito bem, mas é incapaz de mudar a rotina e visitar um Museu, por exemplo.
- Continuará o poder político a permitir a depredação do património arqueológico em nome de um “desenvolvimento” duvidoso? É que o desenvolvimento deve ser integrado, desenvolvido em todas as áreas, e não apenas sectorialmente, senão não é nada. Custa-me a crer que haja algum arqueólogo que esteja contra a construção de uma via de comunicação, ou de uma infra-estrutura qualquer, ou que não seja apologista do desenvolvimento, principalmente quando se trata de regiões do interior. No entanto permanece a atitude do “destrói e esconde” por parte de muitos, distribuindo-se a culpa por todos nós. Em muitos casos o arqueólogo só avança para o campo apenas com um mês, ou menos, para a obra começar ou a estrada passar sobre determinado sítio, tornando-se assim impossível a salvaguarda mínima de informação. Isto sucede mesmo nos casos em que o projecto já tem anos, pelo que a atitude mais séria e responsável seria o início atempado dos trabalhos. Mas até aqui a mão política é perversa, pois a lei determina que são os donos da obra que pagam à equipa de arqueologia. Ora se eu fosse dono da obra, também não quereria pagar para uns “indivíduos” andarem a desenterrar “coisas”, que até poderiam ser valiosas, mas vão para o Estado e não para mim. “Se pago tenho direito a ficar com elas!”. O mesmo seria comprar um automóvel para o vizinho… não? Mais uma vez o reflexo da nossa mentalidade colectiva, pois “deixa-se rolar... pode ser que não seja necessário…”.